segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Divórcio Step-by-Step - Interlúdio



Calma...não é um manual de procedimentos...apenas achei pertinente partilhar a minha experiência....Embora recente, não encarem estas minhas notas como reflexões de feridas por sarar, comiseração ou mesmo recalcamentos, apenas pretendo a partilha de uma experiência na primeira pessoa, que na base do anonimato permite ser o depositário de sentimentos vividos.

A meia-idade é espantosa!!

Como é parecida com a adolescência...deixámos de ser jovens e ainda não somos velhos...tal como o adolescente em que o adulto ainda não vingou.

Agora entendo o "meia-", é que efectivamente verificamos que a partir deste ponto...é sempre a descontar a um relógio que teima em não parar... quando outrora a contagem era tão demorada.

Fazem-se balanços, definem-se metas, traçam-se novos objectivos.....mas algo é inquestionável...estamos definitavemente a meio.

Nos tais "ALD's", estas situações são mais notórias....ambos os intervinientes, realizam reflexões...mesmo que seja de forma não sincronizada...mas invariavelmente chegando a conclusões similares.

Meus amigos mais "maduros"...e dirijo-me a vós Homens e Mulheres, que passram por processos similares: Verdadeiramente alguém se arrepende do que já viveu? ...da experiência que acumulou? ...do que já construiu?


Duvido!!

4 comentários:

  1. Não estou nada arrependida! Foi a minha VIDA, os momentos foram encaixando uns nos outros como peças de um puzzle.
    Construí o que tinha que construir e espero ainda construir mais.
    Adorei a meia idade e agora que já acabei o outono da vida e iniciei o inverno, também estou a gostar, talvez porque tenho consciência que muitas coisas começaram a estar "vedadas". Em crianças também não temos direito a tudo...
    Abracinho

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  2. Gostei muito do seu comentário, do seu equilibrio.

    Beijinho

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  3. Eu não faço parte do público-alvo deste post, mas gostava de dizer que, na minha opinião, o que conta na vida são os nossos caminhos e as experiências que eles nos proporcionam; a chegada é a morte, penso eu!
    Quer tenhamos vivido uma vida complicada ou não, é importante ter consciência de que foi um percurso que visou o nosso crescimento. Uns têm mais coisas para aprender que outros, mas todos caminhamos para lá...

    Beijo*

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  4. Videl: Obrigado pelo seu comentario. Concordo plenamente consigo.

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