
Meus amigos (Lá vai mais uma colherzinha...o frasco está longe de acabar),
Talvez devido à minha natureza mais introvertida, sempre fui um atento observador do comportamento humano. Atenção, nada me liga às filosofias, psicologias ou afins, muito pelo contrário a minha àrea é muito mais terrena. Mas esta história da timidez, que se atenuou ao longo dos anos, permitia uma análise atenta dos outros e traçar perfis de forma prematura...predicado esse...que raramente me fez enganar.
Falo hoje de uma caracteristica, que sempre apreciei - a Coerência!
Nada como uma história real, para apresentar o que escrevo. Determinada pessoa que conheço hà muitos anos, era conhecida pela sua altivez e tendência para a superioridade, sempre de "guarda" bem armada.
Acontece (e a vida tem destas coisas...), que por razões que a afectavam na sua integridade moral, foi forçada a baixar a guarda!
Que doce cordeiro se transformou...ao ponto de não se conseguir reconhecer nesta nova personagem ...resticios da anterior. Todas as pessoas próximas, estavam agora baralhadas e sem certezas da veracidade deste novo comportamento. E no momento em que o periodo de adaptação decorria, nova facada acontece. Mas ao contrário, do que se esperaria, a dita pessoa retoma o comportamento original...porque não dizer, aquele que lhe pertencia!
Não se pode dizer que não se esperasse um retrocesso, pois aquele periodo "dourado", parecia sustentado em alicerces frageis....o problema é que agora...já não hà tolerância para o velho comportamento!
O que faz a Coerência...ou a falta dela...
Não concordo nada com as suas conclusões.
ResponderEliminarSem nos dar mais pormenores parecem-me demasiado precipitadas. Para se mudar como diz, deve ter havido uma paixão por trás, foi enganada e traída nessa sua cedência, logo forçosamente e ainda bem para ela, voltou a ser o que sempre foi. O meio é que estava adulterado, errado...
Não sei se será correcto de minha parte dize-lo mas nunca acreditei que as pessoas pudessem mudar. Crescemos, amadurecemos, adequamos comportamentos a situações e pessoas mas a nossa essência continua a ser a mesma. Como tu, infelizmente para mim, cresci com pessoas demasiado convencidas de si. Também pensamos que algumas tivessem baixado a guarda em determinados momentos e muitas vezes demos o benefício da dúvida mas acabamos sempre por sofrer mais uma desilusão. A Essencia da pessoa é aquela, é o seu ADN, e mesmo que acalme, a fera estará sempre à espera.
ResponderEliminarQuerida Maria Teresa - Este meu pensamento, era no sentido de explicitar, que quando se muda de face, o impacto pode ser a perca da sua genuinidade. Obrigado pela sua visita. beijinhos
ResponderEliminarSilvia - Obrigado pela sua visita. É mais uma das multiplas reflexões que me aparecem, e que se aplicam a qualquer contexto onde nos inserimos: Amoroso, profissional, familiar, etc.
Obrigado